Esta é a questão central que esta colocada para a humanidade neste início de século XXI. A mudança de paradigma mais importante é sair da dicotomia entre "ambientalismo" e "desenvolvimentismo" e adotarmos o "sustentalismo", que é o ponto de equilíbrio e unificador destas duas vertentes na busca de soluções efetivas e permanentes para o desenvolvimento do sistema econômico mundial, tendo o investimento inclusivo como orientação principal das decisões a serem adotadas.
Artigos
Energia nuclear volta como opção mais "limpa"
Mas recentemente as coisas deram uma clareada para a indústria nuclear. Na Ásia, que nunca se voltou contra ela da maneira como o Ocidente, as perspectivas são excelentes. A China possui nove reatores nucleares e pretende ter outros 30. Nova capacidade está sendo criada ou considerada na Índia, Japão, Taiwan e Coréia do Sul. A Rússia está construindo várias usinas.
PRÉ-SAL: OPORTUNIDADE OU AMEAÇA PARA A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA?
O Brasil não deve ser exportador nem bebedor compulsivo de petróleo. Temos uma excepcional matriz energética, pois a contribuição de energia renovável é próxima a 50% de nosso consumo energético total. No mundo, a renovabilidade é de 10%; na OCDE, de 6%. Mas a disponibilidade de energia por brasileiro é inferior à média mundial e menos de ¼ dos países-líderes. Temos que ampliar a disponibilidade por brasileiro sem perder a ótima característica de nossa matriz.
Ferronorte: um golpe aos 20 anos.
Mas, como comemorar se após esse hercúleo trabalho, o projeto da Ferronorte está por sofrer um bem urdido golpe que lhe poderá ser fatal? O traçado original de 200 Km até Cuiabá está sendo substituído por outro de mais de 400 km(!), subindo a serra em Rondonópolis, sob o pretexto de uma falsa ameaça do traçado original à Reserva Tereza Cristina e, se a ferrovia subir a serra lá, não descerá para Cuiabá nem como um ramal. De lá seguirá direto rumo norte, excluindo o Mato Grosso platino do eixo do desenvolvimento e explodindo o estado.
A crise mundial e a logística de transportes no Brasil
Há indícios alvissareiros que o governo começa a se mexer para dinamizar os dois modais de transporte que têm sido, historicamente, relegados a segundo plano: o ferroviário e o hidroviário.